quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Linkedin na educação


Com as constantes inovações tecnológicas, mesmo eu estando ligado a elas em minha vida profissional, confesso que alguma delas passam despercebidas. Quando foi proposto o presente trabalho (criação de um blog), comecei com o que me era mais familiar, e ao ver o nome linkedin, fiquei curioso e resolvi explorá-lo. Até então, ligava o nome do site a uma rede social que me enviavam mais de 5 spams por semana ("fulano está te convidado para o linkedn).

Com isso, a presente postagem, ao contrário das anteriores, a qual já estava familiarizado, esta irá informar ao leitor do ponto de vista de alguém que está descobrindo uma nova ferramenta.

Criando uma conta no linkedin


Ao entrar no site, comecei fazendo o login. O site me dizia que levaria apenas 2 minutos, mas já sabia que isso era impossível! Inicialmente é pedido um email e informações pessoais, como o nome, e-mail e profissão. Havia a opção de escolher o perfil de alguém que estava empregado, procurando emprego ou estudante.

Após essa etapa, o aplicativo inicia uma busca pelos contatos do meu email que já estão no linkdn, e em seguida, busca pessoas da mesma profissão que a minha e indica a sugestão de convite a eles (talvez por este motivo que eu recebia tantas mensagens no email, conforme descrito anteriormente). Para minha surpresa, haviam muitos alunos, colegas de profissão,amigos de infância e conhecidos de outras profissões. Em seguida, há a indicação de adicionar mais pessoas à rede e a divulgação do meu ingresso no linedn pelo facebook e twiter (optativo).

Após essa etapa, havia uma opção de o usuário escolher entre a conta premium (paga), oferecendo vantagens para encontrar clientes, e a conta gratuita.

Feito isso, conclui o cadastro fui direcionado a tela da configuração da conta pessoal. Ela possui interface simples (ao contrário do facebook, que naquela época me parecia um "bicho de sete cabeças"). Comecei pelo ítem experiência, adicionando os locais onde trabalho e já trabalhei. Pude perceber que automaticamente o sitio me limitava a 3 empregos e 2 faculdades (o que no meu caso superou esses números). Feito isso, tive que preencher as competências (algo que não entendi muito bem como funciona) e especificidades do meu cargo.

Terminado o processo, o site me sugere participar de grupos, seguir pessoas e empresas ligadas à minha área de atuação profissional, o que me pareceu um dos grandes diferenciais do Linkedn. No entanto, tais pessoas e empresas, no meu caso, eram todas fora do Brasil ou mesmo América Latina, com algumas excessões.

Explorando o linkedin

A interface do linkedin pareceu simples - ao menos para quem está acostumado a usar o facebook ou twitter. Botões sinalizadores "ascendem" quando há conteúdos novos a serem visualizados. Há uma caixa de entrada (e-mail) imbutido no site, o que o diferencia dos demais.

Explorando mais o site, percebemos que o foco (diferencial) é a ênfase é a rede de contatos profissionais. E há um setor chamado linkedin for education.


Nessa modalidade, o usuário pode escolher se conectar a redes de acordo com a universidade ou a empresa dos demais usuários. Vejam o "print screen" abaixo:


Algo que me chamou a atenção é que ao tentar estabelecer contatos profissionais através dessa ferramenta, não havia a opção "adicionar como amigo", como ocorre nas demais redes sociais. Havia a opção de enviar email ou apresentar-se. Havia a opção de enviar convite, porém sem ver o nome completo do usuário (a rede se dá pela prioridade de empresas e instituições de ensino).

Ainda, o usuário pode seguir determinada empresa ou instituição de ensino, assim como no facebook. No entanto, ao acessar a página de uma instituição, pode-se visualizar ex-alunos notáveis, e dados (quantidade e nomes) dos alunos que estudam na instutição e os cargos que ocupam, incluindo a área de atuação. Através dessa pesquisa, um empregador ou um profissional autônomo pode conseguir contato com um profissional com uma formação específica.

Veja mais sobre o uso do linkedin para estudantes:


Por fim, já existiam redes sociais profissionais anteriormente, como o myspace. O myspace é uma rede de contatos entre músicos, com ferramentas específicas para divulgação de composições, mensagens, etc. A página do myspace serve como divulgação dos trabalhos musicais aos demais, mesmo que não pertençam a essa rede social. É bastante utilizadas por músicos independentes ou grupos musicais que não dominam a programação de websites, assim não precisando ter gastos extras com hospedagens de sites.

Questões para reflexão:

Com a evolução das redes sociais, há cada vez mais ferramentas disponíveis para os usuários interagirem e interagirem de acordo com seus interesses específicos. Assim, as redes sociais passam de entretenimento entre adolescentes até serem respeitadas e utilizadas pelos profissionais. Como você enxerga esse fenômeno?

Atividade para tutoria presencial:

Tente criar um perfil no linkedin e localizar professores e teóricos de uma área que você tenha interesse para uma possível pós-graduação (lato-sensu, mestrado ou doutorado), ou ainda, que possa contribuir em um assunto específico de alguma disciplina de seu maior interesse.

Compartilhe essa experiência no próximo encontro presencial.

Boa pesquisa!

Links externos


Blog oficial do linkedin:
http://blog.linkedin.com/

PAPACHARISSI, Zizi. The virtual geographies of social networks: a comparative analysis of Facebook, LinkedIn and ASmallWorld. Disponível em: http://nms.sagepub.com/content/11/1-2/199.short. Acesso em

4 comentários:

  1. Olá Fabiano, também já fui insistentemente convidada para participar desta rede social. Realmente pensava que era mais uma, e que ter um Facebook já bastava. Mas seu post demonstrou que são redes com finalidades bem diferentes, sua exposição foi excelente.

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  2. Olá Fabiano,

    Muito legal e instrutivo seu post sobre o LinkedIn. Ainda não o conhecia (são tantas redes sociais que, se for parar para abrir conta em todas, não se vive). Pelo jeito, presta-se a conexões profissionais. Só não consegui enxergar um uso de tal rede na tutoria, pelo menos não como uma atividade significativa.
    Recomendo a todos a leitura do artigo

    http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/06/guia-do-linkedin.html

    Respondendo à sua pergunta sobre a evolução das redes sociais, acredito que seja algo inevitável e desejável. O público jovem é a porta de entrada para tais redes no mercado, mas o público adulto é mais constante em suas escolhas, mais fiel. Parece que experimentar é coisa de jovem, e permanecer, de velho.

    Abraço

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  3. Olá Fabiano,
    Um pouco atrasado estou deixando minha participação. Muito interessante o material apresentado aqui no blog. Essas informações sobre a utilidade do linkedin são muito importante e auxiliam muito na educação à distância. Os vídeos divulgados são bem explicativos e achei muito interessante.

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